Reservei um hotel pelo site de viagens para o feriado. Uma semana antes, precisei cancelar por motivo de saúde. O site disse que a política era de "não reembolsável". Mostrei o atestado médico. Eles insistiram que não havia exceção. Liguei no hotel diretamente, que disse que o site que define a política. Fiquei no meio. Pesquisei e descobri que a plataforma de intermediação tem responsabilidade sobre as reservas que vende. Abri uma reclamação no Reclame Aqui e no consumidor.gov.br. A plataforma entrou em contato e, como "exceção", reembolsou 70%. Aprendi: mesmo reservas "não reembolsáveis" podem ter exceções em casos de força maior — doença, morte, desastres naturais. Sempre tente contato direto com o prestador do serviço, não apenas com a plataforma. E se não resolver, as plataformas de reclamação pública são mais eficientes que o SAC.