Carlos comprou um curso online de programação que prometia "aprender em 30 dias". O conteúdo era raso, mal explicado, completamente diferente da propaganda. Ele pediu reembolso no terceiro dia. A plataforma disse que a política de reembolso era de apenas 7 dias, mas que ele já tinha "consumido mais de 30% do conteúdo". Ele argumentou que o problema não era desistência, mas propaganda enganosa. Pediu o estorno por vício de qualidade. Eles insistiram que não. Ele abriu uma reclamação no Consumidor.gov.br. Em 10 dias, o dinheiro foi devolvido integralmente. Carlos aprendeu: política de reembolso não se sobrepõe ao direito legal. Se o serviço é diferente do anunciado, você pode pedir o dinheiro de volta independentemente do prazo. Sempre registre provas da propaganda — prints, e-mails, gravações. O consumidor.gov.br é gratuito e muito eficiente para resolver esse tipo de problema.