Luísa perdeu o carregador do notebook durante uma viagem. O modelo era específico, não vendiam em qualquer loja. Ligou no fabricante e pediu a reposição do acessório. A atendente disse que o carregador original custava trezentos reais. Quase pagou, mas resolveu checar o site de reclamações antes. Descobriu que várias pessoas reclamavam que o carregador original era superfaturado e que a lei obriga a venda de acessórios a preço justo. Entrou em contato com o Procon, que notificou a empresa. Em uma semana, o carregador chegou pelo preço de custo. Aprendeu: acessórios originais têm tabelamento indireto pela concorrência. Sempre pesquise antes de aceitar o primeiro preço. E se o valor for abusivo, denuncie. Não é sobre economizar cem reais — é sobre não ser tratado como otário.