Como falar com o psicologo sobre a abordagem para LGBTQIAP+?

Carlos

Um amigo gay de Carlos contou que passou por um psicólogo que tentou 'curar' sua orientação sexual. Carlos ficou horrorizado. Quando precisou de um psicólogo pra ele, decidiu perguntar antes: "Qual sua abordagem em relação a diversidade sexual e de gênero?" A psicóloga respondeu com naturalidade: "Trabalho com a perspectiva afirmativa. Respeito e acolho todas as identidades sem qualquer tentativa de mudança ou patologização." Ele se sentiu seguro. Tempos depois, recomendou que o amigo procurasse alguém que fizesse essa pergunta antes. O amigo encontrou uma psicóloga especializada em saúde LGBTQIAP+. Na primeira sessão, ela disse: "Aqui seu gênero e sua sexualidade não são problemas a resolver — são partes de você a serem compreendidas e celebradas." O amigo chorou de alívio. Carlos aprendeu que nem todo psicólogo está preparado pra atender a população LGBTQIAP+. Perguntar sobre a abordagem antes não é opcional — é proteção. Um profissional afirmativo faz toda diferença entre um espaço de acolhimento e um de violência disfarçada.