No contrato que o Carlos mandou no início, tinha uma cláusula sobre cancelamento. Ela leu por cima, não perguntou nada, e seguiu em frente. Depois, quando precisou cancelar em cima da hora, ficou sem saber se seria cobrada, se precisava avisar com quanto tempo. Preferiu não cancelar e foi arrastada pra sessão num dia que realmente não dava.
Até que um dia ela perguntou: "Carlos, qual é exatamente sua política de cancelamento? Queria ter clareza." Ele explicou como se fosse a primeira vez — com paciência. Cancelamento com 24h de antecedência não era cobrado. Menos que isso, sim. Em caso de emergência médica, a gente conversava. E incentivou ela a reler o contrato que tinha assinado.
Depois disso, se sentiu mais segura. Saber a política não a deixou mais solta pra cancelar — pelo contrário, fez ela respeitar mais o combinado. E quando precisou cancelar de véspera, mandou mensagem sem culpa, porque sabia que estava dentro da regra.