Clarinha estava deitada na cama, rolando o feed do Instagram, quando o Wi-Fi começou a carregar lentamente. As fotos abriam pela metade, os vídeos travavam. Ela se levantou e foi para a sala — a internet voltou a funcionar perfeitamente. Voltou para o quarto: travou de novo.
— É um ponto cego — explicou Pedro. — O sinal do roteador não consegue atravessar bem as paredes do seu quarto. Pode ser por causa dos tijolos, dos móveis ou da distância.
— E o que eu faço? — perguntou Clarinha. — Mudo a cama para a sala? Pedro riu e explicou as soluções. Primeiro: tentar reposicionar o roteador. O ideal é colocá-lo num ponto central da casa, longe do chão e de objetos metálicos. Se o roteador estiver dentro de um armário ou atrás da TV, o sinal sofre.
Depois, veio a sugestão de um repetidor de sinal. Clarinha comprou um repetidor Wi-Fi de 80 reais. Colocou na tomada do corredor, a meio caminho entre a sala e o quarto. O sinal melhorou, mas ainda engasgava em vídeo chamada. Pedro então apresentou a solução definitiva: o sistema Mesh.
— Mesh são dois ou três aparelhos que conversam entre si e criam uma rede única. Você anda pela casa e o sinal nunca cai. Custa uns 300-500 reais, mas resolve de vez. Clarinha comprou um kit Mesh de dois pontos. Instalou em 20 minutos. Agora tem Wi-Fi no quarto, no banheiro e até no quintal.