Seu Antônio estava navegando na internet quando o mouse parou de clicar. O cursor mexia na tela, mas o clique esquerdo não funcionava. Ele clicava, clicava, clicava — nada. Tentou com raiva — nada. O botão direito funcionava, o scroll funcionava, mas o esquerdo tinha morrido.
— Mouse morreu — disse Pedro. — Pode ser a bateria descarregando (se for sem fio) ou o botão que queimou mesmo. Seu mouse é a pilha ou USB? Seu Antônio olhou: era sem fio, com pilha. Pedro abriu o compartimento — a pilha estava fraca, mas ainda tinha carga. — Troca a pilha mesmo assim. Pilha fraca afeta primeiro o clique porque o sensor de clique consome mais energia. Seu Antônio trocou a pilha. O clique voltou.
— E se não for a pilha? — perguntou Seu Antônio. — Aí o botão físico pode ter desgastado. Mouses de botão mecânico têm vida útil de uns 5 milhões de cliques. Depois disso, o contato interno falha. Dá para abrir e limpar os contatos com álcool isopropílico, mas é mais fácil comprar um mouse novo — uns 40-80 reais.
Seu Antônio decidiu comprar um mouse novo. Na loja, escolheu um com cabo (USB), porque Pedro explicou que mouse com cabo é mais durável, não precisa de pilha e não tem atraso de conexão. O novo mouse funcionou perfeitamente. Seu Antônio aprendeu a sempre testar a pilha primeiro antes de decretar a morte do periférico.