Luísa estava tirando fotos na borda da piscina. O celular escorregou da mão e caiu na água. Ela mergulhou, pegou, mas já era tarde — a tela apagou, o celular não ligou mais. Dentro dele estavam as fotos da viagem para a praia, os contatos de anos, as conversas do trabalho.
— Você tem backup? — perguntou Pedro. Luísa fez cara de quem não sabia do que ele estava falando. — Ah, Luísa… — suspirou Pedro. — Backup é uma cópia dos seus dados guardada em outro lugar. Se o celular morre, você não perde tudo.
Pedro explicou que todo celular tem backup automático na nuvem. No iPhone, o iCloud faz backup todo dia quando está carregando e conectado ao Wi-Fi. No Android, o Google Fotos salva as fotos, e o Google Drive faz backup dos contatos e configurações. Luísa nunca tinha ativado nada.
— Liga agora no seu novo celular — disse Pedro. Luísa comprou um celular novo, colocou a conta do Google e… todas as fotos, contatos e apps estavam lá. O Google Fotos tinha salvado automaticamente as 3.847 fotos dela porque, sem saber, ela tinha ativado o backup de fotos quando configurou o celular antigo.
— Isso me salvou — disse Luísa. — Mas e os arquivos que não estão na nuvem? Pedro ensinou a regra 3-2-1: três cópias, dois tipos de mídia diferentes (nuvem + HD externo), uma cópia fora de casa. Luísa comprou um HD externo e configurou backup semanal do computador.