Luísa viu um anúncio de perfume importado que oferecia amostra grátis. Preencheu um formulário enorme no site, com CPF, endereço, telefone, e ainda respondeu uma pesquisa de 15 perguntas. Esperou 20 dias e nada. Mandou e-mail, ninguém respondeu. Descobriu que aquele site não era da marca oficial — era um site de coleta de dados que vendia informações de consumidores. Passou a receber um monte de spam e telemarketing. Ficou furiosa, mas a lição veio: amostra grátis legítima se pede no site oficial da marca ou em lojas físicas autorizadas. E desconfie de qualquer formulário que peça dados muito além do necessário — nome e e-mail já bastam. Depois desse episódio, aprendeu a verificar o domínio do site, procurar o selo de segurança e confirmar se a marca realmente tem programa de amostras. Também começou a usar um e-mail secundário para esse tipo de cadastro. Nunca mais caiu nesse tipo de golpe — nem recomenda perfume duvidoso para ninguém.