Dona Marta pegou a receita e foi à farmácia. O farmacêutico ofereceu o genérico.
— Não, quero o de marca — ela disse.
— Dona Marta, o genérico é igual. Mesmo princípio ativo, mesma dose.
— Mas não é a mesma coisa.
Ela pagou mais caro pelo de marca. Em casa, Luísa viu a nota fiscal.
— Mãe, o genérico custa um terço!
— Mas eu confio mais no de marca.
— O genérico é aprovado pela Anvisa. Passa por teste de bioequivalência.
Na consulta seguinte, Dona Marta perguntou ao médico. Ele confirmou: — Pode tomar genérico sem medo.
Ela experimentou. O efeito foi o mesmo. O bolso agradeceu.
— Prevenir também é gastar bem — ela concluiu. — Remédio caro não é melhor.