Minha mãe fraturou a bacia numa viagem ao Uruguai. O médico local disse que ela precisava voltar ao Brasil pra cirurgia. Liguei pro seguro desesperada: "Preciso de um avião ambulância agora!". A atendente pediu calma e disse que primeiro precisava do relatório médico detalhado. Fui atrás do relatório correndo, mas o médico local não falava inglês nem português, só espanhol. Peguei o documento, tirei foto e mandei pro seguro. Eles analisaram e disseram que o caso não era tão grave a ponto de justificar translado de urgência. Indicaram um hospital em Montevidéu pra fazer a cirurgia lá. Fiquei frustrada, mas aprendi: translado médico de volta ao país não é algo que você decide — é algo que o seguro autoriza com base em critérios médicos. Na próxima vez, liguei já com o relatório médico completo em mãos e perguntei: "Qual o procedimento para solicitar translado médico ao Brasil? Que documentos são necessários?". A atendente explicou: relatório médico, exames de imagem, atestado de que o tratamento não está disponível localmente. Só depois de toda a documentação eles avaliam. Aprendi que o seguro tem protocolo. Não adianta desespero. Documentação organizada acelera o processo.