Ele foi parar num hospital em Londres que era longe do seu hotel e o atendimento era péssimo. Ligou pro seguro e exigiu: "Quero ser transferido agora pra outro hospital, esse aqui é ruim". A atendente disse que precisava de autorização médica e que ele precisava falar com o médico do hospital primeiro. Ficou bravo, achando que o seguro estava enrolando ele. Começou a discutir, mas ela estava certa. A transferência precisa de justificativa médica. Depois de se acalmar, conversou com o médico do hospital, que concordou que o caso dele poderia ser acompanhado em outra unidade mais próxima. O médico emitiu um relatório e autorizou a transferência. Ele ligou de volta pro seguro com o relatório em mãos. Dessa vez, pediu educadamente: "I have a medical report recommending transfer to a hospital closer to my hotel. Can you please arrange the transportation and confirm which hospital in this network can receive me?". A atendente confirmou o hospital, acionou o serviço de ambulância e em 2 horas ele já estava na nova unidade. Ele aprendeu que transferência hospitalar não é decisão sua nem do seguro — é decisão médica. O médico precisa autorizar. Depois o seguro organiza a logística.