Qual o jeito certo de pedir a um farmacêutico local um medicamento similar ao que usa?

Luísa

Ela estava em Cancún e precisou comprar um antialérgico específico que usa no Brasil, a Allegra. Entrou na farmácia e mostrou a caixa: "Quero este". O farmacêutico balançou a cabeça, falou que não vendia aquela marca no México. Saiu e foi em outra farmácia, mesma resposta. Ninguém conhecia Allegra. Quase desistiu. Até que numa terceira farmácia, o atendente perguntou qual era o princípio ativo. Ela não sabia. Teve que ligar pro médico dela no Brasil. Depois dessa, aprendeu: o que importa é o princípio ativo, não o nome comercial. Allegra é fexofenadina. Na consulta seguinte, pesquisou todos os remédios dela e anotou os princípios ativos. Hoje, quando viaja, leva uma fichinha com: nome comercial + princípio ativo + dosagem. Chega na farmácia e fala: "I need something with fexofenadine 120mg. It's an antihistamine. Do you have a similar brand here?" O farmacêutico entende na hora. Ela aprendeu que o nome comercial muda de país pra país, mas o princípio ativo é universal. Essa informação simples resolve qualquer compra de medicamento no exterior.