Qual o jeito certo de falar com o psicologo sobre o esgotamento emocional?

Carlos

Carlos falou na terapia: "Estou no limite." A psicóloga: "Como você sabe?" Ele respondeu: "Choro por qualquer coisa, não tenho paciência, durmo mal." Ela explicou que esgotamento emocional é diferente de cansaço comum — é quando os recursos emocionais se esgotam e até tarefas simples viram montanhas. Deu a ele um exercício de priorização radical: listar tudo que ele fazia numa semana e classificar entre "essencial", "importante" e "descartável". Ele descobriu que 40% do que fazia era descartável e começou a cortar. Também aprendeu a identificar os sinais precoces do esgotamento: irritabilidade, dificuldade de concentração, vontade de fugir. Antes só percebia quando já estava no fundo. Agora, no primeiro sinal, reduz o ritmo. Aprendeu que esgotamento não se trata com descanso depois — se previne com pausas antes.