Precisava de um remédio urgente e fui na farmácia perguntar se tinha. Cheguei e falei "tem esse remédio?". O balconista olhou, falou "não tem". Simples assim. Saí e fui em outra farmácia, mesma resposta. Na terceira, mesma coisa. Quase desisti, mas resolvi perguntar melhor. "O senhor pode verificar se tem em alguma outra unidade da rede?" Aí sim ele consultou e descobriu que tinha numa filial do outro lado da cidade. Fui la e consegui. Concluiu que o melhor é perguntar ao balconista sobre a disponibilidade de um remédio é primeiro perguntar se tem naquela unidade. Se não tiver, pergunte se ele pode consultar o estoque de outras filiais ou fornecedores. Muitas redes têm sistema integrado e podem reservar o remédio em outra loja ou fazer a transferência. Pergunte também se tem previsão de chegada. Se não tiver em lugar nenhum, pergunte se tem um similar ou genérico disponível. E se o remédio for de uso contínuo, peça pra ser avisado quando chegar. Aprendi que "não tem" muitas vezes significa "não tem aqui", mas pode ter em outro lugar, e que perguntar direito faz toda diferença.