O médico de confiança de Carlos foi descredenciado do plano e ele ficou revoltado. Ligou para o plano e gritou "vocês não podem fazer isso, ele é o único que me atende bem". A atendente disse que não podia fazer nada, que era decisão contratual. Ele insistiu, exigiu, e só perdeu tempo.
O: primeiro, confirmar se o descredenciamento foi comunicado com 30 dias de antecedência (a ANS exige). Depois, perguntar à operadora: "quais médicos da mesma especialidade estão credenciados na minha região? Posso continuar sendo atendido por esse médico em regime de reembolso?" Se o médico for essencial para um tratamento em andamento (cirurgia programada, tratamento oncológico), o plano é obrigado a garantir a continuidade. É um direito previsto na ANS. Carlos registrou reclamação na ouvidoria citando a resolução normativa, e conseguiu o reembolso integral para terminar o tratamento com ele.