Carlos viu um monte de propaganda de aparelho invisível e chegou no ortodontista já decidido: "quero o aparelho invisível, o alinhador". O médico olhou ele, fez os exames e disse que não era indicado para o caso dele. Ele insistiu, dizendo que queria estética, que não se importava com o resultado. No fim o ortodontista teve que refazer o tratamento com aparelho fixo porque os alinhadores não resolveram.
Carlos aprendeu que o certo é perguntar: "qual o melhor tratamento para o meu caso? O aparelho invisível é uma opção viável ou só o fixo resolve?" O ortodontista explica que alinhadores funcionam para casos leves a moderados, mas problemas mais complexos de mordida ou rotação severa exigem aparelho fixo. Hoje ele pergunta "quais as vantagens e desvantagens de cada opção para mim?" e deixa o profissional indicar o melhor. Não adianta escolher o tratamento pela estética se não vai corrigir o problema.