Carlos chegou no consultório do ortodontista sem pesquisar nada. Falou "quero colocar aparelho" e pronto. Não perguntou sobre o tipo, o tempo de tratamento, o custo total, nem como ia ser a manutenção. Acabou assinando um contrato que não entendia direito, pagando caro num aparelho que nem sabia se era o melhor para o caso dele.
Agora ele sabe que o certo é perguntar tudo antes: qual o tipo de aparelho indicado (fixo, móvel, invisível), quanto tempo dura o tratamento médio, qual o valor total incluindo manutenção e urgências, se tem taxa de instalação, se as consultas de ajuste estão inclusas. Também pergunta se o profissional é especialista (tem registro de ortodontia no CRO). Leva as dúvidas escritas numa folha e vai anotando as respostas. O ortodontista respeita muito mais, e ele escolhe com consciência.