O filho de Luísa estava muito irritado, com crises de raiva na escola, isolado dos amigos. Ela levou ao pediatra e falou "ele está meio agitado." O médico disse "é fase." Ela passou mais um ano vendo ele sofrer. Depois descobriu que era ansiedade infantil e ele poderia ter sido tratado muito antes. Quando notar mudanças no comportamento da criança, fale com o pediatra em termos concretos. "Meu filho de [idade] está apresentando [sintomas específicos: crises de choro, agressividade, isolamento, queda no rendimento escolar, alterações no sono e apetite] há [tempo]. Isso está afetando a vida escolar e social dele. Gostaria de orientação sobre saúde mental infantil." Pergunte: "Preciso de encaminhamento para psicólogo infantil ou neuropediatra? Existe avaliação neuropsicológica? A escola pode ajudar com algum suporte?" O erro foi ter subestimado os sinais. Criança também sofre de ansiedade, depressão e TDAH. Hoje Luísa leva relatos escritos da escola e observações caseiras. Saúde mental infantil merece a mesma seriedade que a física.