Luísa estava esgotada no trabalho, mas tinha vergonha de falar sobre isso numa consulta. Achava que burnout era frescura. Quando finalmente desabou, o médico perguntou "como está o trabalho?" e ela falou "correria normal." Ele não aprofundou. Passou meses piorando. Fale sobre o trabalho na consulta como um fator de saúde. "Doutor, estou com [sintomas: cansaço extremo, irritabilidade, insônia, falta de motivação, dores no corpo] e acredito que está relacionado ao trabalho. Tenho [carga excessiva, assédio moral, pressão constante, falta de reconhecimento]." Pergunte: "Isso pode ser burnout ou estresse ocupacional? Preciso de afastamento? Preciso de encaminhamento para psicólogo ou psiquiatra?" Se precisar de atestado, peça de forma clara: "Preciso de um atestado para me afastar por [dias] para cuidar da minha saúde mental." O erro foi achar que sofrimento no trabalho era "normal." Hoje Luísa trata saúde mental no trabalho como prioridade. Pede ajuda antes de quebrar. E pede orientação específica: o que fazer, para onde ir, como lidar.