Luísa saiu do consultório com uma receita de um remédio de marca caríssimo. Pagou 200 reais. Depois descobriu que o genérico custava 40 reais e era o mesmo princípio ativo. Deu raiva. O recomendado é: na hora que o médico escrever a receita, pergunte: "Doutor, posso pedir a receita com o nome genérico? Ou com a opção de genérico?" Por lei, o médico pode especificar o nome genérico na receita. Se ele disser "esse não tem genérico", pergunte: "Tem outro medicamento similar que seja mais acessível?" Se você tem plano de saúde, pergunte também: "Esse remédio está na lista do plano? Existe uma alternativa que o plano cubra?" O erro foi não ter perguntado e ter aceitado o primeiro que ele receitou. Hoje ela sempre pergunta pelo genérico. Economiza de 50 a 80% em cada remédio. E se o médico insiste na marca, pergunta o motivo — às vezes há diferença de absorção, mas na maioria dos casos o genérico é igual e muito mais barato.