Na época que não sabia direito, ele falava "quanto você cobra pra fazer a obra?" e aceitava o primeiro valor que vinha, sem questionar. Combinava tudo no boca a boca, sem papel nem detalhamento. Resultado: o pedreiro começou a obra e no meio do caminho disse que o serviço era mais complexo e que precisava de um acréscimo. Ele não tinha nenhum documento pra contestar. Acabou pagando quase o dobro do combinado. Hoje ele senta com o profissional, descreve cada etapa do serviço, pede que ele detalhe o que está incluso no valor. Depois escreve tudo num papel simples: escopo, materiais inclusos, prazos e valor final. Ambos assinam. Pode ser informal, mas ter tudo documentado evita surpresa e protege os dois lados.