Ela olhou o extrato e viu R$ 40 de "tarifa de pacote" que nunca autorizou. Ligou no banco, passou 40 minutos no telefone, a atendente disse "é um benefício do seu pacote". Não entendeu nada, mas desistiu. Mês seguinte veio de novo. Acumulou R$ 120. Aí uma amiga economista mostrou a ela: tarifa bancária só pode ser cobrada se o cliente assinar contrato específico. E o banco tem que provar que ela autorizou. Foi na agência, pediu o contrato assinado. O gerente se atrapalhou, disse que "talvez tenha sido por telefone". Pediu a gravação. Ele recuou e estornou os R$ 120. Aprendeu que contestar cobrança indevida no banco é simples: peça o comprovante da sua autorização por escrito. Se não apresentarem em 5 dias, reclame no Banco Central pelo site — o banco resolve em horas. Banco vive de tarifa esquecida. A gente paga porque não questiona. Agora ela varre o extrato todo mês e questiona cada centavo.