Carlos comprou 500 tijolos para a obra. O fornecedor disse: "Entrega em três dias." No terceiro dia, nada. Ligou: "Amanhã sem falta." No quarto dia, nada. "O caminhão quebrou." No quinto dia, a obra parou. Os pedreiros sem material, ele pagando diária pra eles esperarem. Carlos ficou nervoso, ligou e gritou com o atendente. O atendente disse: "Calma, senhor." Carlos desligou na cara. O Seu Jorge, o pedreiro, viu a cena e falou: "Carlos, gritar não adianta. Eles vão empurrar mais. O jeito é marcar data e consequência." No dia seguinte, Carlos ligou de novo, calmo: "Bom dia. Preciso dos tijolos amanhã até as 10h. Se não entregar, vou comprar de outro fornecedor e mandar a diferença pra vocês." O atendente pediu pra falar com o supervisor. O supervisor garantiu a entrega. No dia seguinte, 9h30, os tijolos chegaram. Carlos aprendeu que fornecedor não responde a grito. Responde a prazo e consequência. "Entrega até X ou vou contratar outro e debitá-lo da fatura." Tem que ser objetivo, não emocional. E o mais importante: nunca pare a obra por falta de material sem ter um plano B. Hoje ele sempre tem um fornecedor reserva.