A primeira reforma que Carlos fez, o pintor pediu 50% de entrada. Ele deu, inocente. O pintor apareceu dois dias, depois sumiu. Perdeu o dinheiro e o serviço. Ficou tão frustrado que jurou nunca mais cair nessa. Hoje tem uma regra clara: no máximo 30% de entrada pra compra dos materiais, o restante pago conforme entrega ou no final. E sempre pergunta: "Qual a forma de pagamento? Pix, transferência, dinheiro?" Prefere pix porque deixa rastro. Se o pintor quer só dinheiro, desconfia. Na última obra, combinaram assim: 30% no começo pra ele comprar a tinta, 30% na metade do serviço e 40% no final, depois de conferir tudo. O pintor aceitou numa boa. Profissional sério não exige pagamento adiantado. Quem pede muito dinheiro antes de começar é o maior sinal de alerta. E nunca, jamais, pague tudo antes de ver o serviço pronto. Essa regra salvou Carlos de muito prejuízo.