Pintor que não aparece já a fez perder dois dias de trabalho esperando. Ela ligava, ele dizia "tô chegando" e nada. Ficava refém dentro de casa. Na terceira vez, estabeleceu uma regra: se não aparecer no dia combinado sem avisar, perde a vaga. Mas antes disso, cria um combinado claro: "Se não puder vir, me avisa até a noite anterior. Se não aparecer sem aviso, entendo que desistiu do serviço." Na última reforma, um pintor não veio no primeiro dia. Mandou mensagem: "Oi, tudo bem? Você não veio. Pode me avisar o que houve?" Ele disse que teve um problema. Respondeu: "Entendo, mas combinei que avisaria. Pode vir amanhã?" Ele veio e pediu desculpas. Deu uma chance. Se repetisse, ela trocaria. Lidar com pintor que some é frustrante, mas ter uma política clara de comunicação e consequências ajuda. Uma falta por imprevisto é compreensível. Duas seguidas sem aviso é desrespeito e motivo pra cancelar.