Luísa já teve um pintor que prometeu três dias e entregou em duas semanas. Ela ligava, ele dizia "amanhã vou sim", e nunca aparecia. Perdeu férias inteiras esperando. Depois disso, aprendeu a combinar prazo com pé no chão. Na negociação, pergunta: "Qual o prazo realista pra esse serviço?" Se ele fala uma semana, ela soma dois dias de margem e já avisa: "Preciso que termine até o dia X, porque depois vou receber visita." E pede um cronograma por escrito: preparação das paredes no dia 1 e 2, aplicação da tinta no dia 3 e 4, retoques no dia 5. Também combina o que acontece se atrasar sem justificativa. Não precisa ser ameaça, é alinhamento. Na última vez, o pintor atrasou um dia porque a tinta acabou, mas avisou na véspera. Isso faz toda diferença. Prazo combinado e respeito por ele evitam ansiedade dos dois lados.