O filho de Carlos foi suspenso por três dias por causa de uma briga. Carlos chegou na diretora aos berros: "Isso é injustiça! Meu filho foi provocado e vocês suspendem ele também?" A diretora respondeu friamente que a regra valia para todos. Ele saiu mais furioso ainda. A esposa dele fez ver que estavam protegendo o errado. Ele voltou no dia seguinte mais calmo: "Diretora, peço desculpas pela minha reação. Gostaria de entender exatamente o que aconteceu e qual foi o papel do meu filho na confusão para conversarmos em casa." A diretora explicou que ele revidou uma provocação em vez de chamar um adulto. Carlos conversou com o filho sobre escolhas e consequências. Ele nunca mais se envolveu em brigas. Carlos aprendeu que defender o filho cegamente não educa; ouvir, entender a versão completa e ensinar a responder sem violência forma caráter.