Falar com a orientacao sobre o desempenho do filho?

Luísa

O filho de Luísa estava disperso, notas caindo, e ela resolveu falar com a orientação educacional. Chegou já achando que eles não faziam nada: "Orientadora, meu filho está largado, ninguém acompanha ele aqui!" A orientadora respondeu que o acompanhamento era feito mas ela nunca tinha procurado antes. Saiu envergonhada. Percebeu que julgou sem saber. Marcou um horário com calma e começou: "Orientadora, boa tarde. Meu filho está passando por uma fase difícil e gostaria de entender como a orientação pode nos ajudar. Ele está disperso e as notas caíram." A orientadora então mostrou o plano de acompanhamento, sugeriu encontros quinzenais com o filho dela e deu orientações pra casa. Em dois meses, o desempenho melhorou. Luísa aprendeu que chegar julgando queima pontes; chegar pedindo ajuda constrói rede de apoio.