Falar com o coordenador sobre educacao inclusiva?

Luísa

O filho dela tem TDAH e a escola não oferecia nenhum suporte. Ela foi na coordenação e despejou: "Meu filho tem laudo e vocês não fazem nada! Isso é discriminação!" A coordenadora disse que a escola não tinha estrutura e que ela deveria procurar uma escola especializada. Ela saiu chorando de raiva. Uma amiga psicopedagoga a orientou a levar o laudo e as recomendações por escrito. Marcou nova reunião e começou: "Coordenadora, trouxe o laudo do meu filho e as recomendações pedagógicas. Gostaria de conversar sobre as adaptações possíveis dentro da realidade da escola. Podemos começar com pequenas mudanças?" A coordenadora se interessou e implementou adaptações como prova em local tranquilo e tempo estendido. O filho dela melhorou drasticamente. Ela aprendeu que cobrar perfeição afasta; oferecer parceria aproxima e transforma.