Luísa é espírita e o filho estudava numa escola católica. Quando veio o comunicado sobre a missa de formatura, foi na escola e exigiu: "Meu filho não vai participar de culto religioso nenhum, isso fere a laicidade!" A coordenadora respondeu que a missa era tradição e que todos participavam. Saiu arrasada. Conversou com um advogado amigo que explicou que o ensino religioso é facultativo. Voltou com calma e disse: "Coordenadora, respeito a tradição da escola, mas gostaria de conversar sobre alternativas para alunos que não compartilham da mesma fé. Existe a possibilidade de meu filho participar de uma atividade alternativa?" A escola ofereceu uma palestra sobre valores durante a missa. O filho ficou feliz. Luísa aprendeu que imposição gera conflito, mas diálogo respeitoso constrói acordo.