O filho de Luísa chegou em casa dizendo que a aula era sempre a mesma coisa: ler livro e responder perguntas. Ela foi na escola e soltou: "Coordenador, a metodologia da escola é ultrapassada! Meu filho está entediado!" O coordenador olhou sério e disse que a proposta pedagógica era baseada em anos de estudo. Ela saiu se sentindo ignorante. Uma amiga professora explicou que é melhor perguntar do que julgar. Marcou outra reunião e começou: "Coordenador, gostaria de entender melhor a proposta pedagógica da escola. Meu filho tem comentado que as aulas são muito expositivas. Existem projetos complementares ou metodologias ativas que a escola utiliza?" O coordenador então explicou todo o projeto político-pedagógico, as feiras de ciência, os projetos interdisciplinares. O filho dela só não estava prestando atenção. Luísa aprendeu que crítica sem entendimento é preconceito; dúvida genuína gera conhecimento.