O filho de Luísa chegou em casa querendo ser mediador do seminário de história. No dia seguinte, ela foi falar com o professor e já chegou exigindo: "Meu filho merece ser o mediador, ele é o melhor aluno da turma." O professor franziu a testa e disse que já tinha escolhido. Ela saiu magoada, achando que ele não valorizava o filho dela. Conversou com uma amiga que é pedagoga e ela lhe deu uma dica: em vez de exigir, perguntar como funciona. No outro dia, respirou fundo e abordou diferente: "Professor, meu filho está muito interessado em participar como mediador no seminário. O que ele precisa fazer para conquistar essa posição? Há algum critério?" O professor explicou direitinho os requisitos e o filho dela se preparou. Conseguiu ser mediador no bimestre seguinte. Luísa aprendeu que pedido com humildade e disposição para entender abre mais portas que exigência.