O professor particular que Luísa queria custava 100 reais a hora, mas o orçamento dela era 60. Ela ligou e falou: "Seu valor é muito caro, tem que baixar." O professor disse que o valor era fixo. Ela insistiu, perguntou se ele não fazia por menos, ele disse que não e encerrou a ligação. Ela ficou sem professor. Percebeu que negociou mal. Da próxima vez, foi honesta e educada: "Gostei muito do seu trabalho e acredito que o Pedro se daria bem com sua metodologia. No momento, meu orçamento é de 70 reais por aula. Há possibilidade de ajustarmos o valor ou reduzirmos a duração da aula? Ou poderíamos fechar um pacote mensal com desconto?" O professor considerou, propôs aulas de 45 minutos por 70 reais, e fecharam. Pedro está tendo aulas de qualidade dentro do orçamento dela. Luísa aprendeu que negociar não é exigir desconto — é propor alternativas com respeito pelo trabalho do profissional.