Carlos estava na feira com o Pedro e ele ficou curioso com uma fruta típica que nunca tinha visto. Carlos apontou para o feirante e falou: "Dá uma amostra aí pra ele experimentar." O feirante olhou feio e respondeu: "Amostra é para cliente, não para curioso." Carlos ficou sem graça e saíram de lá. Pedro ficou decepcionado. Depois um amigo que trabalha na feira ensinou o jeito certo: chegue na banca, cumprimente o feirante pelo nome (quando tem placa), mostre interesse genuíno pela fruta e pergunte: "Bom dia! Essa fruta é deliciosa, nunca vi igual. O senhor poderia me contar como se come? Dá para provar um pedacinho antes de levar?" O feirante se sente valorizado e quase sempre oferece um pedaço. Quando Carlos fez isso com Pedro na semana seguinte, o feirante não só deu um pedaço grande como explicou a origem, o ponto ideal e como escolher as melhores. Compraram um quilo e saíram felizes. Carlos aprendeu que feirante não é obrigado a dar amostra, mas tratado com respeito e interesse, ele fica feliz em compartilhar o conhecimento e o produto.