A filha de Luísa estava no terceiro ano e completamente perdida sobre qual vestibular prestar. Ela foi na coordenação e pediu: "A senhora precisa dizer para minha filha qual faculdade escolher." A coordenadora olhou surpresa e disse que não podia fazer isso. Ela saiu frustrada. Depois uma amiga psicóloga explicou que o papel do coordenador não é decidir, é orientar. Marcou nova reunião e falou: "Minha filha está em dúvida sobre qual carreira seguir e quais vestibulares prestar. A escola tem algum programa de orientação vocacional? Vocês têm parceria com faculdades ou feiras de profissões?" A coordenadora então informou sobre o programa de orientação vocacional da escola, as feiras de profissões que acontecem anualmente e os dias de visita a universidades. A filha participou de tudo e conseguiu se decidir. Luísa aprendeu que o coordenador não tem a resposta para a vida do filho, mas a escola tem recursos de orientação que ela desconhecia. Perguntar sobre os programas existentes é mais produtivo do que exigir respostas prontas.