A filha de Luísa chegou atrasada na escola três vezes na mesma semana porque o ônibus quebrou. Ela mandou um bilhete genérico: "Ela atrasou por causa do trânsito." A professora anotou mas não aceitou como justificativa. As faltas foram contabilizadas. Ficou chateada, mas entendeu que atraso recorrente precisa de justificativa mais robusta. O jeito certo de justificar atraso é: no primeiro atraso, ir pessoalmente à secretaria e explicar o motivo, assinar o livro de ocorrência e pedir que a criança seja admitida em sala. Para atrasos eventuais, um bilhete ou e-mail no mesmo dia resolve. Para atrasos recorrentes por motivo de transporte, ela pediu à empresa de ônibus um comprovante da linha e apresentou à coordenação, solicitando uma tolerância. Eles aceitaram e ajustaram o registro. Ela aprendeu que justificar atraso como "trânsito" não cola, mas com documento e conversa séria a escola entende a situação e encontra uma solução.