Qual o jeito certo de falar com a escola sobre medicacao do filho?

Luísa

O filho de Luísa precisa tomar Ritalina no horário do almoço. No primeiro dia de aula, ela entregou o remédio para a professora na porta da sala e falou: "Dá isso pra ele meio-dia." A professora disse que não podia medicar sem receita e sem autorização por escrito. Luísa ficou nervosa e respondeu que era necessidade médica, mas a professora foi firme: sem documentação não administrava. Ela teve que buscar o filho na hora do almoço todos os dias por uma semana. Depois aprendeu o protocolo: levou o laudo médico, a receita com posologia e uma autorização por escrito assinada por ela. Marcou uma reunião com a coordenação e entregou a documentação. Pediu que registrassem na ficha do filho e combinou que a orientadora administraria o remédio no horário certo. A escola ainda pede para renovar a autorização a cada semestre. Luísa aprendeu que escola não pode medicar sem respaldo documental — não é má vontade, é proteção legal para eles e para a criança.