Luísa precisou de transporte escolar para a filha e escolheu a primeira empresa que apareceu no Google. Pagou o mês adiantado sem pedir contrato nem nota fiscal. Na segunda semana, o motorista simplesmente parou de vir. Tentou ligar na empresa e ninguém atendeu. Perdeu o dinheiro e ficou sem transporte. Aprendeu da pior forma. Da próxima vez, pesquisou três empresas diferentes, pediu orçamento por escrito, verificou se tinham autorização da prefeitura e pediu referências de outros pais na escola. Antes de fechar, pediu para ver o veículo pessoalmente — verificou cinto de segurança, cadeirinha se necessário, e se o motorista tinha curso de transporte escolar. Só depois assinou um contrato com todas as cláusulas. A escola também ajudou indicando empresas que outros pais já usavam. Hoje recomenda para todos os pais da turma: transporte escolar é serviço essencial, tem que contratar com o cuidado de quem está colocando o bem mais precioso dentro de um veículo.