O filho de Carlos queria ser monitor de matemática, mas não sabia como pedir. Carlos foi na escola e já falou pelo celular com a coordenadora: "Meu filho quer ser monitor, bota ele lá." A coordenadora respondeu seca que não era assim e desligou. Ele ficou sem saber o que fazer. Conversou com o filho e ele disse que o professor de matemática já tinha mencionado um processo. Carlos voltou e falou com o professor diretamente: "Professor, meu filho tem grande interesse em ser monitor de matemática. Quais são os critérios de seleção e o que ele precisa fazer para se candidatar?" O professor explicou que precisava de boas notas, disponibilidade e passar por uma entrevista. O filho se preparou e foi selecionado. Carlos aprendeu que atalhos não funcionam na educação; perguntar pelo processo correto e seguir os passos ensina responsabilidade ao filho.