Ele foi mantido num quartinho por três dias depois de aceitar uma carona de desconhecidos. Nos primeiros momentos, tentou arrombar a porta na marra, só machucou o ombro. Os caras o ouviram e o ameaçaram ainda mais. Depois que foi resgatado, um investigador disse: em cárcere privado, o certo é manter a calma, não provocar os agressores, observar a rotina deles (horários que comem, quando dormem), tentar comunicação silenciosa com vizinhos ou pedestres, e, se possível, enviar mensagem ou ligação rápida pra alguém de confiança. Ele aprendeu que a paciência estratégica salva mais que a força bruta — observar e esperar o momento certo de agir é o que realmente funciona.