Quando Carlos viu um ciclista atropelado, ligou pros bombeiros e falou atropelado, correndo muito perigo, venham logo!. Não disse quantas pessoas, não descreveu os ferimentos, não deu referência. O atendente pediu pra repetir tudo e ele perdeu a paciência. Depois um socorrista explicou: ao pedir ajuda pra um ferido, informe número de vítimas, tipo de ferimento (sangramento, fratura exposta, inconsciência), local exato e se há risco no ambiente (fio elétrico, trânsito, fogo). Ele aprendeu que informações completas na primeira ligação fazem o socorro chegar preparado — com o material certo e o número certo de profissionais.