Como pedir a um atendente de companhia aerea no balcao um assento na saida de emergencia?

Luísa

No check-in do voo, ela pediu ao atendente: "Me dá um assento na saída de emergência, por favor." Ele perguntou: "A senhora está disposta e apta a ajudar em caso de emergência?" Ela respondeu "Sim, claro" sem nem pensar. Ele deu o assento. Durante o voo, percebeu que a fileira tinha menos espaço e a poltrona não reclinava. Ficou irritada. Além disso, quando uma aeromoça explicou as responsabilidades do assento de emergência, ela ficou com medo — não se sentia capaz de abrir a porta de 30 quilos numa emergência. Passou o voo toda ansiosa. Na volta, pediu um assento comum. Aprendeu que assento de saída de emergência não é só um lugar com mais espaço para pernas — é uma responsabilidade. Na viagem seguinte, quando pediu o assento, o atendente fez as perguntas de rotina: "A senhora tem mais de 15 anos? Está disposta a ajudar em caso de emergência? Tem alguma limitação física?" Dessa vez respondeu com honestidade: "Tenho 32 anos, estou disposta, mas tenho problema no ombro e talvez não consiga abrir a porta com força." Ele gentilmente disse que não poderia alocá-la ali e deu um assento comum no corredor. Foi mais honesta e viajou tranquila. Responsabilidade não é brincadeira.