Luísa foi abordada por um homem estranho no ponto de ônibus e ficou com medo. Ela viu uma viatura parada no sinal e saiu correndo na direção dela, gritando "POLÍCIA! ME AJUDA!" Os policiais desceram com as mãos nas armas, sem entender o que estava acontecendo. O homem estranho fugiu, mas a abordagem foi tensa. O policial disse: "A senhora não pode vir correndo assim, quase levamos um susto." Luísa entendeu que pedir ajuda a policiais na rua tem um modo correto. Na segunda vez, um carro começou a segui-la a pé. Ela manteve a calma, caminhou até uma viatura estacionada, parou a uma distância segura, levantou as mãos e chamou: "Bom dia, senhores, preciso de ajuda." O policial acenou, ela se aproximou e explicou: "Um carro está me seguindo desde a rua de cima, estou com medo." Eles anotaram a placa que ela já tinha memorizado, fizeram a ronda e o carro sumiu. Um dos policiais deu carona para ela até em casa. Abordagem calma, mãos visíveis e informação clara fazem o policial querer ajudar. Se ela tivesse chegado gritando, poderia ter sido tratada como ameaça.