Luísa andava na rua com o celular na mão, vendo WhatsApp, completamente distraída. Um cara passou de bicicleta, arrancou o celular da mão dela e sumiu. Ficou sem celular, sem fotos, sem contatos, sem acesso a bancos. O pior foi a sensação de vulnerabilidade e a dor de cabeça para recuperar tudo. Ela aprendeu que a prevenção é a melhor proteção. Hoje mudou completamente os hábitos. Na rua, o celular fica no bolso ou na bolsa fechada, nunca na mão. Se precisa usar, entra em uma loja ou encosta numa parede de costas para a rua. Desativou a visualização de notificações na tela de bloqueio. Tem um celular velho só para WhatsApp que deixa em casa e leva um mais simples na rua. Ativou o bloqueio remoto e o rastreamento do aparelho (Find My Device no Android ou Buscar no iPhone). Anotou o IMEI no Google Drive. Meses atrás, tentaram puxar o celular dela no ônibus, mas estava no bolso da frente, com a mão por cima. O ladrão desistiu. Uma amiga teve o celular roubado e ela ajudou a amiga a bloquear tudo rapidinho porque ela tinha o IMEI anotado. Prevenção e preparo são a chave.