|Carlos viu um idoso caído na calçada e ninguém parava para ajudar. Ficou na dúvida: "será que é golpe?" e continuou andando. No dia seguinte, soube que o idoso tinha tido um AVC e ficou horas no chão até alguém chamar o SAMU. Ele faleceu. Carlos se sentiu culpado por semanas. Percebeu que seu medo de golpe custou a ele uma chance de salvar uma vida. Aprendeu que ajudar um desconhecido em perigo não significa se aproximar sem cuidado — significa ajudar com segurança. Outro dia, viu um jovem caído na rua. Dessa vez parou a distância, observou por 10 segundos: ele estava consciente, mas com dificuldade para levantar. Se aproximou devagar, mantendo distância segura, e perguntou: "O senhor precisa de ajuda? Posso chamar uma ambulância?" Ele disse que estava tonto, com pressão baixa. Carlos ligou para o SAMU, ficou com ele até a ambulância chegar, sem tocá-lo. O socorrista disse que foi exatamente o que deveria ser feito. Ajudar com segurança, mantendo distância e acionando o socorro profissional, é o correto.