O que ter num kit de emergência para levar ao hospital?

Luísa

Depois de passar pelo sufoco com o sogro e com a própria crise de pânico no PS, Luísa decidiu montar um kit de emergência. Não era para automedicação, mas para os momentos em que precisasse ir ao hospital.

A bolsa ficava no carro e continha:

— Documentos: cópia do RG, CPF, carteirinha do plano, cartão de emergência com histórico médico.

— Carregador de celular portátil (power bank) — essencial, porque a bateria acaba justamente na hora que mais precisa.

— Garrafinha de água e uma fruta ou barra de cereal — para quem está acompanhando, que pode ficar horas sem comer.

— Lista de contatos de emergência impressa (caso o celular descarregue).

— Roupas leves: uma blusa e um shorts para ficar mais confortável na espera.

— Remédios de uso contínuo: uma dose extra dos medicamentos que não podem ser interrompidos.

— Caneta e papel: útil para anotar orientações médicas.

Quando Beto precisou ir ao PS com suspeita de alergia, Luísa pegou a bolsa e saiu. No hospital, ela foi a única acompanhante que tinha carregador, água e uma maçã. Passou cinco horas na espera sem desespero.

— Kit de emergência não é exagero. É inteligência — ela disse.