Como é uma experiência positiva no pronto-socorro?

Luísa

Luísa precisou levar a mãe ao PS por causa de uma tontura forte que não passava. A mãe estava nervosa, com medo de ser algo grave. Nunca tinha gostado de hospital.

Na recepção, a atendente foi gentil. Explicou o passo a passo, deu uma senha e disse que em breve seriam chamadas para a triagem. O enfermeiro da triagem foi paciente, ouviu o relato da mãe com calma e fez perguntas claras.

— Vamos cuidar da senhora, fique tranquila — disse, segurando a mão dela.

O médico chegou em quarenta minutos. Examinou, pediu exames e explicou cada passo. Quando os resultados vieram normais — era apenas labirintite —, o médico se sentou para explicar o tratamento em detalhes.

— A senhora não está tendo um AVC. É labirintite, tratável. Vou receitar um remedinho e em dois dias a senhora vai estar melhor.

A mãe de Luísa saiu do PS sorrindo, segurando a receita. — Que médico educado, minha filha. Não tive medo nenhum.

Luísa percebeu que um atendimento humanizado faz toda a diferença. Informação clara, acolhimento e paciência transformam uma experiência potencialmente traumática em algo suportável.