Beto chegou no PS com uma crise de pedra nos rins, torcendo de dor. Depois de receber medicação na veia e hidratação, a dor passou. Ele achou que ia embora.
Mas a médica disse: — Vou te deixar em observação por algumas horas. Preciso ver se a dor não volta e se você está urinando bem.
Três horas depois, sem dor e com exame de urina normal, a médica avaliou que Beto podia ter alta, desde que seguisse as orientações: beber muita água, usar anti-inflamatório e voltar se a dor retornasse.
Beto entendeu que a decisão entre alta e internação depende de critérios objetivos: estabilidade dos sinais vitais, controle da dor, capacidade de se alimentar e hidratar, e o risco de complicações.
A médica explicou que se ele tivesse febre, se o cálculo fosse maior que 6 mm, ou se tivesse sinais de infecção urinária, teria sido internado.
Beto saiu aliviado, mas sabendo que os critérios são para segurança, não para pressa. E que se a dor voltasse, era para retornar imediatamente — não tentar aguentar em casa.