Como funciona a triagem no pronto-socorro e o que o enfermeiro avalia?

Pedro

Pedro foi levado ao PS com febre alta. Na entrada, um enfermeiro chamou ele e Dona Marta para uma salinha. Era a triagem.

O enfermeiro fez várias perguntas: o que estava sentindo, desde quando, se tinha alergia, se tomou algum remédio, se tinha alguma doença. Depois mediu a temperatura, a pressão, a frequência cardíaca e a saturação de oxigênio.

Tudo isso virou uma pulseirinha colorida no braço de Pedro. Amarela — classificação de risco 2, urgente, mas não emergencial.

— Pulseira vermelha é para quem está em risco de morte. Amarela é urgente, mas pode esperar um pouco. Verde é para casos leves. Azul para consultas simples — explicou o enfermeiro.

Dona Marta entendeu o sistema. Pedro ficou curioso com a pulseirinha e quis saber a cor de todo mundo que passava.

O atendimento demorou cerca de uma hora — rápido para uma classificação amarela. Pedro foi medicado e liberado.

A triagem, Dona Marta aprendeu, não é para atrasar o atendimento. É para garantir que quem está mais grave seja atendido primeiro.